2ª formação






NUFOCO – Núcleo de Formação Continuada
Agenda para o encontro de Formação de Professores Alfabetizadores


CURRÍCULO INCLUSIVO - ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO


MUNICÍPIO: Lauro de Freitas                  
DATA: 04/05/2013      
CH: 8 h         
Nº DE PROFESSORES: 50

OBJETIVO:
Aprofundar a compreensão sobre o currículo inclusivo nos anos iniciais do Ensino Fundamental e a definição de direitos de aprendizagem dentro da proposta de alfabetizar letrando.

       
        8: 30h - ACOLHIDA
        
Entrega dos mimos com mensagem de Dalai Lama;  
Atividade deleite: apresentar e discutir o sentimento que gera o vídeo " a Lista" de Oswaldo Montenegro.
                                 Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas...

       
        8: 45h - APRESENTAÇÃO
        
        Dinâmica da caixa com adjetivos,para indicar um responsável pelo próximo deleite;
        Entrega dos crachás

       
         9:00h - REFLEXÕES TEÓRICAS

        Reflexões sobre os direitos gerais de aprendizagem: língua portuguesa

        9:15h - ATIVIDADES PRÁTICAS
         
       Examinar os livros didáticos  adotados em nosso município;
Ler os descritores do PNAIC;
Escolher um conteúdo programático;
Relacionar o descritor com o conteúdo;
E escrever a habilidade que essa atividade desenvolve no seu aluno.

10:15h - LANCHE

10:30h  -  REFLEXÕES TEÓRICAS: " Currículo Inclusivo: O Direito de Ser Alfabetizado"

Apresentação do Vídeo: “Que letra é essa” – Patrick
Exposição dialogada, sobre o vídeo, interando com o tema Direito de aprendizagem dos brasileirinhos, inclusão como princípio da organização do currículo, quando podemos afirmar que um currículo é inclusivo?, que papel o professor exerce no processo curricular?, o currículo inclusivo e a interdisciplinaridade e avaliação Para Inclusão.

11:00h - ATIVIDADE PRÁTICA

Estudos de casos;
Dividir a turma em grupos, onde cada um receberá um caso de alunos com dificuldades de aprendizagem para ser analisado e criar intervenções para alcançar os objetivos previstos para o na superação desses alunos dentro do currículo inclusivo;
Socialização das atividades com o grupo.

12:00h   - ALMOÇO

13:30h - ATIVIDADE DELEITE

Leitura do livro: O frio pode ser quente? De Jandira Masur, em vídeo.

13:40h  - Aconteceu aqui...   “Momento das atividades exitosas”

 Escolha das colegas responsáveis pelo  “Aconteceu aqui...” – Retrospectiva da formação, que será apresentada na próxima formação;
Escolha das colegas responsáveis pelo “Momento das atividades exitosas” – Apresentação de atividades realizadas com os alunos no mês que foram exitosas.

14:00h - REFLEXÕES TEÓRICAS: "ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO"

Discussão sobre o fenômeno do letramento, diferenciando-o do processo de alfabetização;
Discussão sobre a apropriação da Escrita e mudanças nas concepções de alfabetização;

14:40h - LANCHE

14:50h - ATIVIDADE PRÁTICA

Organizar grupos de 5 pessoas;
Escolher um conteúdo atual do livro de Língua Portuguesa;
Criar uma atividade avaliativa dentro do currículo inclusivo ;
Listar as habilidades a serem avaliadas nessa atividade;
Socializar a atividade.

15:50h - AVALIAÇÃO

Distribuir instrumento de avaliação.

16:00h - DINÂMICA DE ENCERRAMENTO

Ao som da música: “ Coisas que eu sei”, Dançar livremente imitando a formadora, que estará fazendo gestos de união e carinho entre as colegas, criando vínculos de amizade e união.



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CURRÍCULO INCLUSIVO - ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO


No dia 04/05, tivemos mais uma formação onde demos continuidade ao encontro anterior, correspondente ao módulo I do PNAIC, onde o tema abordado foi currículo inclusivo, tema debatido pela manhã e alfabetização e letramento - o direito de aprender, discutido no turno vespertino.
O objetivo principal foi de aprofundar a compreensão sobre o currículo nos anos iniciais do Ensino Fundamental e a definição de direitos de aprendizagem e de desenvolvimento nas áreas de leitura e escrita.
A agenda foi cumprida dentro do previsto, com ótima participação do grupo e interação entre as formadoras e os cursistas.
As dinâmicas e os estudos de caso, foram de extrema riqueza pedagógica, oportunizando a troca de experiências entre as colegas.
Também foi rica apresentação do Núcleo de Educação Especial, tranqüilizando e norteando as cursistas nas suas ânsias de como trabalhar com a inclusão.


Foi grande a participação das colegas na formação continuada, sabemos que estar presente num sábado onde tantos afazeres particulares nos permeiam, é um esforço que fazem somente aqueles que investem na sua profissão com consciência do seu papel na Educação. Frente a isso foi notório o envolvimento dos grupos e dos professores educadores do nosso município.
 
Continuamos a chamar a atenção para o nível de conhecimento, pois o grupo é composto de professores, coordenadores e diretores com um ótimo nível de atualização pedagógica, e isso garante discussões de grande reflexões.


A compreensão das atividades propostas foi tranqüila com o envolvimento de todos. 


Continuamos a chamar a atenção para o nível de conhecimento, pois o grupo é composto de professores, coordenadores e diretores com um ótimo nível de atualização pedagógica, e isso garante discussões de grande reflexões.
A compreensão das atividades propostas foi tranqüila com o envolvimento de todos.
Continuamos a chamar a atenção para o nível de conhecimento, pois o grupo é composto de professores, coordenadores e diretores com um ótimo nível de atualização pedagógica, e isso garante discussões de grande reflexões.
A compreensão das atividades propostas foi tranqüila com o envolvimento de todos.

O encontro foi gratificante, com ótimos resultados, quanto a discussão das atividades propostas.

Ainda precisamos conscientizar a gestão municipal que o investimento na formação continuada é de grande importância para qualificação do quadro de professores municipais.


Acreditamos que muito ainda há de ser feito mas os primeiros passos foram dados. 


O desafio maior nesse instante é permanecer com esse alto índice de freqüência garantindo uma formação de qualidade e que alcance a ansiedade de todos.




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S L I D E S 


 

Currículo inclusivo alfabetização e letramento 04.05.2013 blogger from Heloiza Moura



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V Í D E O S


A Lista - Oswaldo Montenegro



O frio pode ser quente!




Patrick




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D I N Â M I C A S


DINÂMICA: O DESCONHECIDO
Objetivo:
Proporcionar uma reflexão do quanto temos medo do desconhecido.
Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).
Procedimento:
Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... Ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente difícil ou vergonhosa).
Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...É importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).
Relacionar com a realidade de conviver com pessoas com deficiência, apenas o desconhecido é que gera o "temor" depois da convivência alegrias e prazeres são descobertos.

ESTUDOS DE CASO

CASO 01

A aluna escolhida será aqui chamada ficticiamente de Talita. A menina mora com os pais, um tio de 53 anos que é surdo, um irmão que é usuário de drogas e a filha deste, uma menina de 11 anos. A avó mora no mesmo terreno, mas em uma casa separada. A família é muito humilde e só o pai trabalha. A mãe só frequentou a 1ª série e o pai é analfabeto.Talita tem 10 anos e é aluna do 3º ano.
A aluna tem as seguintes dificuldades:
- começou a frequentar a escola com 7 anos,
- dificuldade de relacionamento com os colegas,
dificuldade na motricidade,
- a memória de curto prazo, além das grandes dificuldades de aprendizagem que apresentou.

OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS APÓS A ATIVIDADE SUGERIDA PELO GRUPO:

·         Demonstrar progressos no relacionamento com os colegas, fazer parcerias.
·         Ser participativa.
·         Demonstrar evolução na leitura e na escrita, estando silábica, começar a associar letras com o som.


CASO 02


O aluno aqui será chamado de Sílvio, tem 10 anos e frequenta o 3º ano do ensino fundamental I. Recentemente mudou-se do interior para a capital e vive com os pais e um irmão de 5 anos que não frequenta a educação infantil, tal como Sílvio que entrou para a escola em 2011 no 1º ano do ciclo com 8 anos. O mesmo não conseguiu adaptar-se, pois,chorava muito, mostrava-se arredio com o ambiente escolar e batia nos colegas, demonstrava dificuldades de socialização em geral, onde deixou de frequentar e só retornou com 9 anos para cursar o 1º ano em 2012, onde ainda demonstra as mesmas características. Freqüentemente apresenta falta de higiene pessoal e cuidado com materiais pessoais. Segundo a mãe, Sílvio teve um desenvolvimento bom na infância, apenas demorou um pouco para andar e falar.
O aluno tem as seguintes dificuldades:
 - dificuldades de socialização em geral;
- falta de higiene pessoal e cuidado com materiais pessoais;
- grandes dificuldades de aprendizagem;
- dispersão; 
- desmotivação.



CASO 03

O aluno aqui será chamado de “Pedrinho”, está cursando o 3º ano do ensino fundamental I e tem 11 anos é portador de deficiência física dos membros inferiores“cadeirante”. Vem de uma família de classe média baixa, onde mora com sua mãe e um irmão menor, já que os pais são separados.
Segundo o relato da mãe, o “Pedrinho” em casa, é muito carinhoso com ela, porém, parece não gostar do irmão menor. É muito nervoso. Gosta muito de assistir televisão, principalmente os desenhos do Pica-pau, Bold, o super cão e outros. Ganhou recentemente um play station do pai, mas tem horário determinado para jogar, uma hora por dia. A mãe percebe que ele tem muita dificuldade para aprender, principalmente quando chega a hora de fazer as atividades.

CASO 04




      O aluno escolhido será aqui chamado ficticiamente de Carlos. Ele mora com os pais numa família muito humilde.Carlos tem9 anos e é aluno da 2°ano, possui deficiência mental leve, dificuldades na fala e motora, devido a isso apresenta grandes dificuldades de aprendizagem. Segundo os professores ele tem grande dificuldade na leitura e na escrita; não consegue interpretar nem produzir textos, pois não consegue organizar o pensamento. Domina apenas a adição e a subtração.


CASO 05


A criança aqui será chamada de Clarice, foi matriculada na escola com o diagnóstico
de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). O Transtorno
de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um dos distúrbios que podem ocorrer em
crianças refletindo fortemente em sua aprendizagem. Trata-se da desordem
comportamental mais comum na infância, seus sintomas mais característicos são níveis
de atenção, concentração, atividade e impulsividade inapropriada ao desenvolvimento.

A preocupação dos pais é com a aprendizagem, principalmente no que se refere a
leitura. Afirmam que a filha briga muito com seu irmão de 10 anos e tem ciúmes
do pai. Na escola é muito dependente e qualquer brincadeira consegue distraí-la no
momento das atividades propostas,  não se relaciona positivamente com seus colegas.
Clarice não gosta de formar palavras, devido à dificuldade de leitura, troca
algumas letras como por exemplo: o “r” pelo “l”. Gosta das atividades de matemática, seu material escolar é desorganizado e assiduidade baixa.

D E S C R I T O R E S   D E   A P R E N D I Z A G E M - 3ª ANO

Direitos gerais de aprendizagem: Língua Portuguesa

v    Compreender  e  produzir  textos  orais  e  escritos  de  diferentes  gêneros,  veiculados  em suportes textuais diversos, e para atender a diferentes propósitos comunicativos,  considerando as condições em que os discursos são criados e recebidos.

v    Apreciar  e  compreender  textos  do  universo  literário    (contos,  fábulas,  crônicas,  poemas, dentre outros), levando-se em conta os fenômenos de fruição estética, de imaginação e de lirismo, assim como os múltiplos sentidos que o leitor pode produzir  durante a leitura.

v    Apreciar  e  usar  em  situações  significativas  os  gêneros  literários  do  patrimônio cultural da infância, como parlendas, cantigas, trava línguas.

v    Compreender  e  produzir  textos  destinados  à  organização  e  socialização  do  saber  escolar/científico   (textos   didáticos,   notas   de   enciclopédia,   verbetes,   resumos,  resenhas, dentre outros) e à organização do cotidiano escolar e não escolar (agendas, cronogramas, calendários, cadernos de notas...).

v    Participar de situações de leitura/escuta e produção oral e escrita de textos destinados  à  reflexão  e  discussão  acerca  de  temas  sociais  relevantes  (notícias,  reportagens,   artigos de opinião, cartas de leitores, debates, documentários...).

v    Produzir e compreender textos orais e escritos com finalidades voltadas para a reflexão  sobre valores e comportamentos sociais, planejando e participando de situações de  combate aos preconceitos e atitudes discriminatórias (preconceito racial, de gênero,  preconceito a grupos sexuais, preconceito linguístico, dentre outros). 


                       Em todos os anos de escolarização, as crianças 
devem ser convidadas a ler, produzir e refletir sobre textos 
que circulam em diferentes esferas sociais de interlocução,
 mas alguns podem ser considerados prioritários, como os 
gêneros  da  esfera  literária;  esfera  acadêmica/escolar  
 e  esfera  midiática,  destinada a discutir temas sociais
 relevantes.

 
 

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A T I V I D A D E S    R E F L E X I V A S




Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa
Cursista: Adriana Lino dos Santos

Alfabetizar letrando

Letramento é algo recente introduzido na linguagem da educação, significa que hoje apenas não se ensinar a ler e escrever, precisa se entender que a leitura e a escrita são comportamentos e práticas sociais que adquiriram visibilidade e importância à medida que a vida social e as atividades profissionais foram se tornando cada vez mais centradas e dependentes da na língua escrita. Desta forma nós professores e educadores nos vimos diante de uma nova forma de se alfabetizar: alfabetizar letrando, ou seja capacitar nossos alunos para que não apenas decodifiquem os signos linguísticos, mas que entendam para que servem e que seja capazes de opinar nos diversos assuntos que os cercam nos diferentes níveis sociais e não apenas decorar, para que isso aconteça é necessário que superemos algumas dificuldades como: trabalhar com turmas super lotadas e com diferentes níveis de escrita, a falta de materiais como livros, jogos entre outros na escola e  a falta de parceria com os pais. Acreditamos que para superar estas dificuldades podemos realizar algumas ações como construção de jogos com sucatas, realizar constantemente reuniões com os pais entre outras.





Cursista: Jacivalda Lopes Santiago
Texto:  Tempo de Letramento
·         Reflexões
No contexto atual de educação não cabe mais práticas de aquisição da leitura e escrita centrada na codificação e decodificação. Pois alfabetizar não e só ensinar a ler e escrever. É também  se apropriar de forma competente das praticas sociais da leitura e escrita,conhecendo diferentes gêneros,portadores textuais e função de cada um na sociedade.

·         Dificuldades encontradas:
·         Ambiente familiar não estimulador (Pais não leitores).
·         Dificuldade de não priorizar alfabetização ou letramento.
·         Dificuldade em identificar de forma eficiente os textos ou gêneros textuais que despertem o interesse de alunos tidos como alunos com dificuldade de aprendizagem.

·         Soluções que acredito ter efeito positivo:
·         Realizar café literário com pais de aluno com empréstimo de livros e informando da importância de as crianças presenciarem os pais lendo.
·         Não separar alfabetização e letramento. Os dois processos embora diferentes devem caminhar juntos para garantir uma melhor formação do aluno.
·         Realizar levantamento de conhecimentos prévios dos alunos.



 
Prefeitura de Lauro de Freitas


PNAIC


Dificuldades encontras na escola na prática de alfabetizar letrando


Por Andréia Pinheiro

Com embasamento  e  consideração nas análises de Magda Soares sobre letramento e alfabetização, essa diz que: “Se alfabetizar significa orientar a criança para o domínio da tecnologia da escrita, letramento  significa levá-la ao exercício das práticas sociais de leitura e de escrita”.
Portanto, quando queremos algo temos que ir a busca, só que o próprio sistema nos desestimula, e diante de diversas dificuldades enfrentadas no processo de letramento relato três delas que acredito ser a base de  não conseguir  alfabetizar letrando.
Primeiramente por conta da família que se nega a perceber quanto é importante a escola para seu filho, pois é preciso que  a família  e escola  tenham os mesmos objetivos  de forma clara , proporcionando ao educando  uma segurança  na aprendizagem  de forma que venha criar cidadãos  capazes  de enfrentar  as situações do dia a dia.
Segundo a evasão escolar, pois quando nós profissionais escolar sinalizamos para essas famílias a necessidade da leitura de diversos gêneros e o acompanhamento por parte de familiares ou outros, eles preferem retirar seus filhos  achando que solucionam o problema.  Ao compreender que a escola tem o papel de alfabetizar, os pais fazem da escola um depósito de crianças. E não satisfeitos com a construção de saber de seus filhos, tornando desnecessário na visão desses acompanhar seus filhos para uma forma mais dinâmica e satisfatória em relação à construção da aprendizagem da criança com relação a sua alfabetização, pois acreditam que isso é função da escola.
E em terceiro o próprio sistema com o descaso com a educação, pois faltam materiais essenciais para que possamos desenvolver o nosso trabalho com mais interesse e assim realmente  termos uma sociedade letrada.





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F O T O S




























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