LAURO DE FREITAS

A
história de Lauro de Freitas começa no século XVI, quando Garcia
D’Ávila recebeu do então governador-geral do Brasil, Tomé de Souza
(1552), por ordem dos reis de Portugal, lotes de terra no litoral
baiano. Aqui foi instalada uma missão jesuíta que deu origem a Freguesia
de Santo Amaro de Ipitanga, em 1758, com apoio da família D´Ávila,
proprietária da Casa da Torre.
A região abrigava inúmeras aldeias indígenas que habitavam o Morro dos Pirambás. Mais tarde vieram os engenhos de açúcar e com eles os negros que influenciaram fortemente a cultura local. Ainda hoje pode-se encontrar descendentes de famílias escravas, guardiãs dos costumes afros, praticantes do candomblé.
No século XVII a história da cidade é marcada por um surto de cólera, que dizimou parcela considerável da população, e pela construção da matriz de Santo Amaro de Ipitanga, erguida na parte mais alta da cidade. A matriz se constituiu na construção mais representativa desse período colonial no Brasil.
No século passado, por volta de 1930, a Empresa Francesa de Aviação Civil Latécoére constrói o primeiro campo de aviação da Bahia na antiga fazenda Portela, que se chamou Aeródromo Santo Amaro de Ipitanga.
Lauro de Freitas pertencia, originalmente, a Salvador, até que em 1880 passou a distrito de Montenegro, atual Camaçari. Em 1932 retornou a Salvador, até 1962 quando foi transformado em município. Onze anos depois passou a integrar a Região Metropolitana de Salvador.
A região abrigava inúmeras aldeias indígenas que habitavam o Morro dos Pirambás. Mais tarde vieram os engenhos de açúcar e com eles os negros que influenciaram fortemente a cultura local. Ainda hoje pode-se encontrar descendentes de famílias escravas, guardiãs dos costumes afros, praticantes do candomblé.
No século XVII a história da cidade é marcada por um surto de cólera, que dizimou parcela considerável da população, e pela construção da matriz de Santo Amaro de Ipitanga, erguida na parte mais alta da cidade. A matriz se constituiu na construção mais representativa desse período colonial no Brasil.
No século passado, por volta de 1930, a Empresa Francesa de Aviação Civil Latécoére constrói o primeiro campo de aviação da Bahia na antiga fazenda Portela, que se chamou Aeródromo Santo Amaro de Ipitanga.
Lauro de Freitas pertencia, originalmente, a Salvador, até que em 1880 passou a distrito de Montenegro, atual Camaçari. Em 1932 retornou a Salvador, até 1962 quando foi transformado em município. Onze anos depois passou a integrar a Região Metropolitana de Salvador.

Em
Lauro de Freitas, não faltam opções de lazer para os turistas. Na
cidade, existem belezas naturais diversas, com destaque para os centros
de preservação e exploração do eco-turismo, que têm sido motivo de
orgulho.
O incentivo à prática esportiva é referencial para toda a Bahia e, ao lado do turismo cultural, é também um dos maiores atrativos para os visitantes. Antiga Santo Amaro de Ipitanga, a cidade dispõe de equipamentos de lazer únicos em toda a Costa dos Coqueiros, como o Kártodromo Ayrton Senna, o Jockey Clube da Bahia e o Equus Clube do Cavalo.
O incentivo à prática esportiva é referencial para toda a Bahia e, ao lado do turismo cultural, é também um dos maiores atrativos para os visitantes. Antiga Santo Amaro de Ipitanga, a cidade dispõe de equipamentos de lazer únicos em toda a Costa dos Coqueiros, como o Kártodromo Ayrton Senna, o Jockey Clube da Bahia e o Equus Clube do Cavalo.

Em
todas as épocas do ano, são comuns os campeonatos de surfe, windsurfe,
vôlei, futebol de areia, vela, skateboarding, patins e mergulho. A pesca
também tem seu espaço, principalmente nos rios Joanes e Ipitanga, que
banham a sede municipal. De águas calmas, são navegáveis para
embarcações de pequeno porte e excelentes para a prática de esportes
náuticos.

As
áreas de preservação fazem a alegria dos amantes da natureza. São
basicamente quatro grandes parques concentrados na Área de Proteção
Ambiental do Rio Joanes e em empreendimentos privados, também de caráter
ecológico. A religiosidade é outro ponto forte. O município tem uma das
maiores concentrações de terreiros de candomblé da Bahia (são 66
instituições cadastradas, ao longo dos 93 km² de área), que, aliados aos
rituais indígenas e às tradicionais caminhadas esotéricas nas praias,
como a da Lua Cheia, dão o tom do sincretismo religioso local.
MINHA CIDADE É LINDA DE VER...AMO MORAR... TRABALHAR.... ESTUDAR... CIRCULAR... AQUI. LAURO DE FREITAS!!!
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